|
|
 |


 |
 |
| 72 - |
Restauração da Igreja do Bom Jesus da Coluna
Rio de Janeiro (RJ)
FUNCEB - Fundação Cultural do Exército Brasileiro
Valor do apoio: R$ 1,4 milhão |
|
A Igreja do Bom Jesus da Coluna foi tombada pelo IPHAN
em 1964, por representar de forma significativa a arquitetura, a arte
sacra e a técnica construtiva praticadas no Brasil-Colônia. A Igreja
foi construída no início do século XVIII, na ilha do Bom Jesus
(hoje ilha do “Fundão”, onde se localiza a UFRJ).
O restauro da edificação, que se encontrava em avançado estado de
deterioração, envolveu obras na estrutura, alvenarias, telhado,
pisos e esquadrias. Também foram contemplados o acervo de 10 imagens
artísticas, ornatos, como a recuperação dos sinos, lavabo junto ao
altar e bacias para água-benta, dentre outros itens.
|
 |
 |
| 73 - |
Restauro da Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora
do Outeiro da Glória
Rio de Janeiro (RJ)
Irmandade de Nossa Senhora do Outeiro da Glória
Valor do apoio: R$ 992 mil
|
|
A Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, mais
conhecida simplesmente como Igreja da Glória, ergue-se no alto do
outeiro da Glória, no bairro de mesmo nome, na cidade do Rio de
Janeiro. É considerada uma das jóias da arquitetura colonial
brasileira e um dos mais característicos monumentos do Rio. Concluída
em 1739, a igreja foi a precursora da arquitetura barroca,
introduzindo a planta poligonal alongada. As partes baixas da nave estão
cobertas com magníficos painéis de azulejos brancos-azuis lisboetas,
feitos entre 1735 e 1740 na oficina de Mestre Valentim de Almeida, com
temas bíblicos, recentemente restaurados. A igreja foi tombada pelo
IPHAN em 1938.
|
 |
 |
| 74 - |
Restauro do Centro Administrativo da Prefeitura de Bagé
Bagé (RS)
Associação dos Amigos do IMBA
Valor do apoio: R$ 800 mil
|
|
O prédio da antiga Estação Ferroviária de Bagé foi
inaugurado em 2 de dezembro de 1884, quando também foi inaugurada a
linha Bagé – Rio Grande. A Estação Telegráfica da Estrada de
Ferro, inaugurada um pouco antes, funcionava no mesmo prédio.
Em 1924 o prédio foi destruído por um incêndio. No mesmo ano o novo
prédio começou a ser construído, funcionando como Estação Ferroviária
até mais da metade do século XX. Na década de 70, os trilhos saíram
do centro da cidade e a estação foi para Santa Thereza. Foi feita
uma permuta com a Viação Férrea e começou a funcionar no prédio o
Centro Administrativo de Bagé (1980).
|
 |
 |
| 75 - |
Restauração dos Elementos de Cantaria e dos Bens Integrados Móveis da Capela-Mor da Igreja do Convento de N Sra do Carmo
Olinda(PE)
Fundação Gilberto Freyre
Valor do apoio: R$ 1,9 milhão
|
|
Foi a primeira igreja da Ordem dos Carmelitas a ser construída em terras brasileiras, no período de 1580 à 1620. No século XVIII passou por restaurações. A fachada da Igreja do Carmo é em estilo colonial renascentista, com colunas, portas e janelas trabalhadas.
O seu altar-mor contém três nichos: o central com a imagem barroca do seu padroeiro e os laterais, dedicados aos santos fundadores da Ordem dos Carmelitas, Santo Elias e Santo Eliseu.
Nos corredores laterais do templo encontram-se vários altares com grandes quadros a óleo sobre madeira com imponentes molduras.
|
 |
 |
| 76 - |
Restauração da Igreja do Convento de Santo Alberto
Goiana(PE)
Província Carmelitana Pernambucana
Valor do apoio: R$ 367 mil
|
|
O Convento de Santo Alberto dos Carmelitas foi construído em estilo barroco no século XVII na atual Praça Frei Caneca. Forma conjunto com a Igreja de Nossa Senhora do Carmo e em seu interior encontramos uma importante coleção de imagens sacras dos séculos XVI e XVII.
O convento tem ao centro o característico claustro monacal. A entrada do antigo convento fazia-se através de um alpendre, cujos vestígios restantes são duas colunas encostadas à parede da portaria. No forro da mesma portaria existem pinturas representando os profetas Elias e Eliseu, datadas de 1719.
A Igreja e o Convento de Goiana receberam a visita de D. Pedro II, em 6 de dezembro de 1859. E em 1938 0 IPHAN promoveu o tombamento do Conjunto Conventual, dada a sua importância histórica para Pernambuco e o país.
|
 |
 |
| 77 - |
Restauração e Revitalização do Edifício do Museu de Arqueologia e Etnologia da UFPR
Paranaguá (PR)
Fundação da Universidade Federal do Paraná - FUNPAR
Valor do apoio:
R$ 764,8 mil
|
|
O MAE/UFPR caracteriza-se como Museu Universitário tanto no que se refere à constituição de seu acervo com aproximadamente 40.000 peças derivado, em sua maior parte, de processos de pesquisas realizadas desde a sua fundação em 1962, quanto à divulgação dos conhecimentos relacionados às suas coleções junto à comunidade local e aos centros de ciências no Brasil e no exterior. Além de coleções constituídas a partir de doações, aquisições e comodato. São coleções científicas consideradas referências importantes para estudos de diversas áreas.
|
 |
 |
| 78 - |
Recuperação da Casa do Trem Bélico
Santos (RJ)
Organização de Desenvolvimento Cultural e Preservação Ambiental–AMA Brasil
Valor do apoio: R$ 1,4 milhão
|
|
A Casa do Trem Bélico é considerado o prédio público mais antigo de Santos, embora ainda suscita dúvidas sobre o ano em que foi erguido. Sua construção ocorreu possivelmente entre 1640 e 1656, época da restauração da independência portuguesa. Na entrada principal do imóvel há a menção do ano de 1734, que tanto pode se referir a uma importante reforma quanto a uma ampliação do prédio original.
A destinação original do imóvel era guardar o chamado “trem-de-guerra”, ou o conjunto de armamentos, munições e pólvora, destinados às fortificações que protegiam o Porto de Santos. Daí os nomes que foram sendo utilizados ao longo do tempo: Armazém de Artigos Bélicos, Casa do Trem Real, Depósito de Trem-de-guerra, edifício do trem ou, simplesmente, Casa do Trem.
Foi um dos primeiros imóveis do Estado de São Paulo a ganhar o título de patrimônio histórico nacional em 1940.
|
|
 |